Domingo, 27 de Janeiro de 2013

Os "loucos anos 20" e as mutações nos comportamentos e na cultura

 

A mulher nos anos 20

  1. Descreve, tendo em conta o documento, as principais transformações na sociedade dos anos 20.
Publicado por História às 12:00
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18 comentários:
De Graça Silva a 16 de Abril de 2008 às 11:08
O crescimento das cidades verificou-se nos finais do século XIX e no início do século XX, o que veio romper com o equilíbrio entre a cidade e o campo, perturbando as relações familiares e sociais.

A concepção positivista da ciência entrou em declínio: o racionalismo, a certeza e o absoluto deram lugar à incerteza, ao relativismo e ao determinismo.
Houve mudanças também nas correntes literárias e artísticas.

O crescimento urbano, que se tornou cada vez mais complexo e desenvolvido, teve consequências irreversíveis até aos dias de hoje, não só nos domínios político e social, mas também económico e cultural.
Houve uma grande transformação na vida urbana.
A cidade passou a situar-se no primeiro lugar da vida social, não só do ponto de vista quantitativo (existia grandes massas populacionais), mas também como centro de actividades poderosas e fundamentais (políticas, administrativas, bancárias, comerciais, industriais, serviços...).
O desenvolvimento das cidades destacou-se, ainda no século XIX, como um dos fenómenos mais importantes da História, podendo esse facto ser definido como resultado básico e decisivo das transformações do sistema industrial.
De facto a industrialização veio alterar profundamente a dimensão e o carácter das cidades. Em 1800 contavam-se apenas 15 grandes cidades, passados 50 anos já se podiam contar cerca de 40 e 100 anos mais tarde eram 700.
Estas grandiosas cidades passaram a apresentar algumas características semelhantes, como: casario denso e muitas vezes uniforme, ao longo de avenidas e ruas e ao redor de largos e praças; ritmo agitado; tráfego caótico; poluição; etc…
Quase todas as grandes cidades (as “metrópoles”) cresceram, englobando os centros urbanos vizinhos, formando-se, assim, gigantescas superfícies edificadas, em muitos casos, com dezenas de quilómetros de extensão.

Algumas das metrópoles passaram para “megalópoles”, isto aconteceu com a união da área urbanizada entre as cidades ao longo de centenas de quilómetros. Por exemplo, entre Washington e Bóston, formou-se a maior megalópole do mundo, Nova Iorque.
Fenómenos idênticos de megalópoles aconteceram no Japão, na Alemanha e na Holanda.
Nestas grandes cidades observaram-se mudanças na própria estrutura urbana. O coração da cidade deixou de ser a praça ou a catedral, um lugar onde as pessoas se encontravam, para dar lugar aos grandes arranha-céus, aos grandes edifícios públicos, aos grandes centros comerciais, às sedes das grandes empresas a aos bancos, assim eram os “novos centros” das cidades.

Para atender às exigências e às necessidades de milhões de pessoas, as cidades precisaram de equipar-se com serviços públicos: transportes, escolas, abastecimento de águas, rede de esgotos, recolha de lixo, assistência médica, etc. Eram estruturas complexas, gigantescas e dispendiosas, planificadas para uma expansão contínua, ao ritmo do próprio desenvolvimento urbano.


De Karyne moura a 28 de Julho de 2010 às 20:00
nem me importo com historia pra mim e um monte de besteira
kkkkkk bando de besta perde o tempo de
vçs com historia puts q viadagem


De CrisValomt a 9 de Novembro de 2010 às 12:26
Olá, Karine!
Só uma pessoa completamente ignorante deixaria um comentário como o seu. Se não gosta de história o que veio fazer em um blog sobre história?


De diana antunes a 20 de Outubro de 2012 às 17:04
se a tua esperteza nao tem maior alcance, sem ser para fazer esse tipo de comentarios, eu se fosse tu, nao iria a este tipo de blogs...


De anti-estupidos a 13 de Janeiro de 2013 às 18:27
pena que existiu uma vaca em 1930 que deu a luzuma geração ignorante de vacas como vc atrasada!!! , vai encontrar outro lugar para deixar o seu lixo...vagaba


De FraanAlencar a 2 de Maio de 2013 às 00:52
Estudar História não se resume a decorar datas e nomes. Na verdade, isso é só uma pequena parte do conhecimento que essa matéria pode oferecer. Mais importante do que saber quando foi o descobrimento do Brasil, é conseguir relacionar os fatos e perceber que as transformações de uma sociedade não são naturais ou espontâneas, mas determinadas por uma série de fatores anteriores.
Sempre que tentamos entender por que alguma coisa aconteceu, seja a Inconfidência Mineira ou o comportamento hipócrita de algumas pessoas , estamos empregando o pensamento histórico, isto é, a busca pelos fatores que originaram esses acontecimentos. "A história não é o estudo do passado pelo passado, é necessário ir ao passado para a compreensão de todos os questionamentos do tempo presente", explica o historiador Tiago Menta.


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