Sábado, 8 de Maio de 2010

A violência racista

Cartaz de propaganda ao filme anti-semita: "O Eterno Judeu", 1940«Os Judeus é que apresentam um mais acentuado contraste com o Ariano. (...) O povo judeu, apesar das suas aparentes aptidões inteletuais, permanece sem nenhuma cultura verdadeira e, sobretudo, sem cultura própria. O que ele hoje apresenta como pseudocivilização é o património de outros povos, já corrompidos pelas suas mãos. (...) O judeu não possui qualquer força susceptível de construir uma civilização e isso pela razão de não possuir, nem nuca ter possuído, o menor idealismo, sem o qual o homem não pode evoluir nem sentido superior. Eis a razão poque a sua inteligência não serve para construir coisa alguma; ao invés, serve para destruir. (...)

A sua expansão através de países sempre novos só principia quando neles existem condições que lhe assegurem a existência, sem que tenha de mudar de domicílio como o nómada. É, e será sempre, o parasita típico, um bicho que, tal qual um micróbio nocivo, se propaga cada vez mais, assim que se encontra em condições propícias. A sua acção vital assemelha-se igualmente à dos parasitas, onde ele aparece. O povo que o hospeda vai-se extreminando mais ou menos rapidamente.»

 

Adolf Hitler, Mein Kampf, capítulo XI, "O Povo e a Raça"

 

Relacione as perseguições anti-semitas com a violência racista nazi.

Publicado por História às 18:04
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5 comentários:
De Cátia Santos a 22 de Abril de 2008 às 00:18
Segundo a definição dos dicionários, um anti-semita é uma pessoa inimiga da raça judaica, da sua cultura ou da sua influência. Em 1912, a Liga Pan-Germânica adoptou o anti-semitismo como um dos seus princípios, uma decisão que constituiu o primeiro passo para a tragédia que se iria viver na Europa a partir da década de '30.

De acordo com o livro "Mein Kampf" ("Minha Luta"), Hitler desenvolveu as suas teorias políticas através da observação das políticas do Império Austro-Húngaro. Hitler nasceu como cidadão do Império e, por isso, acreditava que a sua diversidade étnica e linguística o enfraquecia. Também via a democracia como uma força desestabilizadora, porque colocava o poder nas mãos de minorias étnicas, que tinham tendência para enfraquecer e desestabilizar o Império.

Hitler defendia a ideia de superioridade da raça ariana, ou seja, os alemães seriam "os mais puros representantes". Por isso, o povo alemão devia evitar ser contaminado pelas "raças ou elementos inferiores", como os judeus e os eslavos. Segundo a política nazi, os judeus eram uma raça simultaneamente astuciosa no mais alto grau e parasitária, quase sub-humana, que tinha de ser impedida de se miscigenar com os arianos. O povo alemão - a "raça-mestra" - necessitava de espaço para crescer e para se desenvolver ("Lebensraum") e, por isso, tinha o direito de tomar o território e matar ou escravizar as "raças inferiores".

Foi esta a justificação dada para a opressão e eliminação dos judeus, ciganos, eslavos e homossexuais. Para ajudar Hitler nesta "tarefa", foram criadas a Gestapo (polícia secreta nazi) e as SS (tropa de protecção). Aqueles que se opunham ao regime hitleriano arriscavam-se à prisão, tortura, morte ou deportação para os campos de concentração.

Em 1942, foi decretada a "Solução Final", ou seja, o extermínio total dos judeus da Europa. Estes, trazidos das regiões ocupadas, eram enviados para os campos de concentração. Nestes campos, como o de Auschwitz, eram asfixiados em câmaras de gás e queimados em fornos crematórios (muitos deles conseguiram escapar, emigrando para a América). O número exacto de mortes durante este período é desconhecido, mas alguns especialistas estimam que o número de pessoas desaparecidas, mortas ou assassinadas durante o conflito seja de cerca de 6 milhões de pessoas.


De Tânia Moreira a 15 de Junho de 2008 às 13:08
Nazismo foi um regime imposto por Hitler , em 1923, em que este partilha dos mesmos ideais que o fascismo , mas distingue-se pela variante racista.
Na Alemanha predominava uma raça superior, a raça ariana, no qual os judeus, os ciganos, os homossexuais , os deficientes, eram vistos como uma afronta ao regime, daí Hitler querer preservar o espaço vital, onde só os arianos eram o modelo disso mesmo.
Desta forma, procedeu-se a perseguições, a boicotes das suas lojas, ao pressionamento destes que não faziam parte da raça superior. Como o próprio documento faz alusão "O povo judeu, apesar das suas aparentes aptidões intelectuais , permanece sem nenhuma cultura verdadeira e, sobretudo, sem cultura própria" a sua expansão seria para os verdadeiros alemães um confronto e "mistura" entre o povo forte, e outro que não possui qualquer tipo de valores culturais que possam fazer parte do espaço vital ariano.
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Nazismo foi um regime imposto por Hitler , em 1923, em que este partilha dos mesmos ideais que o fascismo , mas distingue-se pela variante racista. <BR>Na Alemanha predominava uma raça superior, a raça ariana, no qual os judeus, os ciganos, os homossexuais , os deficientes, eram vistos como uma afronta ao regime, daí Hitler querer preservar o espaço vital, onde só os arianos eram o modelo disso mesmo. <BR>Desta forma, procedeu-se a perseguições, a boicotes das suas lojas, ao pressionamento destes que não faziam parte da raça superior. Como o próprio documento faz alusão "O povo judeu, apesar das suas aparentes aptidões intelectuais , permanece sem nenhuma cultura verdadeira e, sobretudo, sem cultura própria" a sua expansão seria para os verdadeiros alemães um confronto e "mistura" entre o povo forte, e outro que não possui qualquer tipo de valores culturais que possam fazer parte do espaço vital ariano. <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Nao</A> obstante esta linha de perseguições, o mais trágico passo para eliminar este povo, foi a par da Segunda Guerra Mundial, no qual se procedeu ao extermínio da raça, o fim destes homens foi nos campos de concentração. <BR>No qual o seu único erro foi de não terem nascido arianos!


De Gisela MArquez a 8 de Maio de 2009 às 13:38
O desrespeito do nazismo pelos direitos humanos atingiu os cumes do horror com a violência do seu racismo com o Anti-Semitismo, termo que, em ponto de vista linguístico significa hostilidade aos Judeus.
Hitler concebia a História como uma luta pela sobrevivência da cultura, uma luta de raças entre as quais se encontrariam as raças fundadoras – a raça Ariana, pessoas normalmente altas e robustas, louras e de olhos azuis – e as raças destruidoras de cultura – entre outras, os Judeus. Como podemos observar no documento estes “apesar das suas aparentes aptidões intelectuais, permanecem sem nenhuma cultura verdadeira e, sobretudo, sem cultura própria”. O fundamento científico para estas ideias podia ser encontrado na obra “Mein Kampf” que Hitler começou a redigir na prisão.
Assim, obcecados com a purificação física e mental da raça Ariana, os nazis promoveram o eugenismo, aplicando as leis da genética na reprodução humana. Esperavam-se casamentos em que ambos os sexos fossem puramente Arianos, todos eles portadores de “superiores” qualidades raciais. Ao mesmo tempo que se incentivavam os casamentos entre Arianos, procurava-se a eliminação dos chamados alemães “degenerados” (velhos incapacitados, doentes incuráveis e deficientes mentais), cujo destino eram as câmaras de gás ou centros de eutanásia. A crueldade nazi afirmava que nenhum alemão podia envergonhar a superioridade da sua raça e muito menos consumir os dinheiros da Nação sem nada lhe dar em troca.
Por outras palavras, aos alemães competiria fatalmente o domínio do Mundo, se necessário à custa da eliminação dos povos inferiores.
Como referido anteriormente, os judeus, comparados a parasitas – “(…) será sempre, o parasita típico, um bicho que, tal qual um micróbio nocivo, se propaga cada vez mais, assim que se encontra em condições propícias.)”, e ainda culpados da derrota da Alemanha na 1ª Guerra Mundial e das crises económicas que se lhe seguiram, tornaram-se o alvo preferido da violência Nazi, sofrendo das piores humilhações e torturas de que há memória na História da Humanidade.
A primeira vaga de perseguições anti-semitas terá tido início em 1933, em que se boicotaram lojas dos judeus (por sinal, estes eram conhecidos por terem muito jeito para os negócios), interditou-se o funcionalismo público e as profissões liberais aos não-arianos. Assim, no fim deste ano, registavam-se: 3000 médicos, 4000 advogados e 2000 artistas desempregados. Foi ainda instituído o “numerus clausus”, que restringia o número de alunos aceites nas universidades.
O segundo movimento antijudaico teve início em 1935, com a adopção das leis de Nuremberga, que visava a “protecção do sangue e da honra alemães”: todos os alemães com antecedentes judaicos foram privados da sua nacionalidade; o casamento e as relações sexuais entre judeus e arianos foram proibidos, punindo-se com severidade os infractores.
Em 1938 verificou-se a liquidação das empresas judaicas e o confisco de todos os seus bens. Neste ano é de salientar tristemente a célebre “Noite de Cristal” em que foram destruídas sinagogas e lojas dos judeus, tendo muitos deles perecido. Este ano atingiu pontos extremos: os judeus deixaram de poder exercer qualquer profissão e de frequentar lugares públicos, passando a ser identificados pelo uso obrigatório e vergonhoso da estrela amarela.
Com a 2ª Guerra Mundial chegaria o auge da crueldade anti-semita, em que os nazis puseram em prática um meticuloso plano de extermínio do povo judaico. Chamaram-lhe “solução Final” e resultou no genocídio – eliminação em massa de grupos étnicos, religiosos, económicos ou políticos -, ou no caso judaico também apelidado de Holocausto, de 6 milhões de judeus.
Perseguidos nas ruas, aprisionados nas suas casas, os judeus viram o fim das suas vidas nos campos de concentração. Campos de trabalho foi a designação que a perversidade nazi lhes atribuiu. Campos de trabalho, transformados em campos de morte devido às carências alimentares e de higiene, pelas doenças, pela brutalidade dos trabalhos a que eram submetidos, pelas execuções sumárias e pelos massacres nas câmaras de gás.
Nestes campos de concentração terminaram as vidas de milhões de Judeus, mas também muitos ciganos e eslavos, cujo único crime que cometeram foi o de não terem nascido arianos!


De Pedro einstein a 18 de Outubro de 2009 às 12:34
quem conta as infindaveis
historias da alemanha
são os seus inimigos…
acredita que em muitas não se encontra a verdade.
Eu sou grande admirador dos filmes programas e reportagens
dos americanos que são o grande povo de origem judaica.
E o odio que os judeus foram vitimas
eram a verdadeira e a unica razão
que movia o povo alemão para o seu proprio fim.
O povo alemão eram
extremamente devotos á cristandade
nacionalistas catolicos extremos
onde sua fé em cristo era suprema
” -DEUS -Patria - Familia ”
jesus nascera
para subrepor o velho testamento que é judaico
por isso foi morto.
existem varias parabolas onde jesus
repriende e condena os judeus.
e é a fonte que originou o genocidio contra os judeus
é a propria a alavanca do povo europeu
a sua propria cultura (a biblia)


De Marcos a 27 de Junho de 2010 às 20:02
Perfeito o comentario ? Parabéns, nada contra os Judeus, mais dai a acha-los coitadinhos, a vai ......??? Quem o diga os Palestinos....


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