Domingo, 27 de Janeiro de 2013

As consequências da Grande Depressão

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Família americana do Alabama, 1930
  1. Refere, com base no documento, as consequências do Crash de Wall Street.
Publicado por História às 14:45
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A Grande Depressão dos anos 30

 

Um corretor arruinado, Nova Iorque, 1929

 

Era o fim do mundo para um povo que tinha apostado tudo na riqueza. As indústrias, equipadas para grandes produções, não encontravam compradores. O número de desempregados subia. (...) Mas, quando as pessoas cessaram as suas compras, então o desemprego aumentou em progressão geométrica, devido à baixa dos preços, à falta de confiança, ao crash de Wall Street.

 

André Maurois, 1933 -  Chantiers Américains, Paris

  1. Refere, tendo em conta os documentos, as causas da situação económica de 1929.
Publicado por História às 13:39
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Caderno Diário "A Grande Depressão e o seu impacto social"

Publicado por História às 13:34
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Os "loucos anos 20" e as mutações nos comportamentos e na cultura

 

A mulher nos anos 20

  1. Descreve, tendo em conta o documento, as principais transformações na sociedade dos anos 20.
Publicado por História às 12:00
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Caderno Diário "Mutações nos comportamentos e na cultura"

Publicado por História às 10:41
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Sábado, 26 de Janeiro de 2013

A falência da Primeira República



Greve durante a I República

 

O País não produzia nem a metade do necessário para o seu consumo. (...) E foi assim, nestas condições, sem agricultura, sem indústria, sem navegação, que a Guerra veio surpreender Portugal. E foi sob um regime de salário baixíssimo e de um custo de vida exorbitante (...) que nós, operários, nos encontrávamos.

 

Movimento Operário perante a Guerra e as Condições de Paz, União Operária Nacional, em 1917

  

  1. Partindo dos documentos, avalia a concretização das reformas económicas da Primeira República.

Publicado por História às 10:50
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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2013

O agravamento da instabilidade política

 

Sessão inaugural da Assembleia Constituinte de 1911, presidida por Braancamp Freir

 

Nesse dia, poucos deputados compareceram na Câmara. (...) Nos homens, nenhum aprumo de vestuário, nem de atitudes, nem de expressão. na imagem brumosa que me ficou da Câmara, destaca-se um vulto de sobretudo alvadio, todo aspapaçado sobre o seu banco, com a expressão de tédio de um borguista mole, extenuado, no morrer sonolento de alguma orgia. De perna estendida com ar de enjoo, encara de pálpebras semicerradas os seus colegas legisladores, dos quais alguns se mantém sentados, outros de pé ou deambulando, muitos a falar do que lhes apetece e a abafar a voz do orador que ora e que ninguém ouve, nem quer ouvir, nem se sabe onde está, nem o que é que nos diz.


António Sérgio, Ensaios III 

  1. Refere, a partir dos documentos, três razões que contribuiram para o agravamento da instabilidade política durante a Primeira República.
Publicado por História às 11:07
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Caderno Diário "Portugal no primeiro pós-guerra"

Publicado por História às 10:40
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Caderno Diário "As transformações das primeiras décadas do século XX"

Publicado por História às 10:37
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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2013

Da depressão económica à 2.ª Guerra Mundial

Conteúdos

Módulo VII - A Grande Crise do Capitalismo nos anos 30

  1. A grande crise do capitalismo
  2. A intervenção do Estado na economia

Regimes ditatoriais na Europa

  • Os regimes fascista e nazi
  • Portugal: a ditadura salazarista
  • A era estalinista na URSS

A 2.ª Guerra Mundial

  • O desenvolvimento do conflito
  • Os caminhos da paz

Aprendizagens relevantes

  • Descrever o crash da Bolsa de Nova Iorque de 1929.
  • Explicar a crise de 1929 nos Estados Unidos e as suas características.
  • Explicar a mundialização da crise de 1929.
  • Identificar as principais consequências sociais decorrentes da crise.
  • Distingue as principais medidas adoptadas pelo New Deal, nos Estados Unidos da América.
  • Explicar o avanço dos regimes autoritários na Europa.
  • Caraterizar o regime fascista e nazi quanto aos seus princípios e formas de actuação.
  • Caraterizar o modelo de desenvolvimento económico estalinista.
  • Descrever a violência totalitária do Estado Soviético.
  • Referir os acontecimentos que conduziram à formação do Estado Novo.
  • Conhecer a nova Constituição do país.
  • Enumerar formas de repressão e propaganda do Estado Novo.
  • Descrever a sua organização corporativa.
  • Caraterizar o colonialismo português.
  • Relacionar o início da II Guerra Mundial com o expansionismo das ditaduras.
Publicado por História às 15:51
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Domingo, 6 de Janeiro de 2013

Guia de estudo: As Revoluções Liberais

Publicado por História às 22:54
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Guia de estudo: A Filosofia das Luzes

Publicado por História às 22:53
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Guia de estudo: O Absolutismo

Publicado por História às 22:51
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Guia de estudo: A Sociedade de Ordens

Publicado por História às 22:45
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Trabalho de pesquisa - A música barroca

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in http://www.youtube.com/watch?v=xozvnMZ7Jq4

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  1. Refere as principais caraterísticas da música barroca.
Publicado por História às 16:13
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Trabalho de pesquisa - A pintura barroca




  1. Indica as caraterísticas da pintura barroca retratadas nas imagens.

Publicado por História às 16:11
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Trabalho de pesquisa - A arquitetura barroca

 .

in http://www.youtube.com/watch?v=SafdKzTBd2U

.

  1. Indica as caraterísticas da arquitetura barroca presentes nas imagens.
Publicado por História às 16:09
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Exercício 5 - A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão

 ..

Representação da época da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão
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..
Os representantes do povo francês, constituídos em Assembleia Nacional, considerando que a ignorância, o esquecimento ou o desprezo pelos direitos do Homem são as únicas causas das infelicidades públicas e da corrupção dos governos, resolveram expor, numa declaração solene, os direitos naturais, inalienáveis e sagrados do Homem. […] Portanto, a Assembleia Nacional reconhece e declara, na presença e sob os auspícios do Ser Supremo, os seguintes direitos do Homem e do Cidadão:
Artigo 1.º – Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos. […]
Artigo 4.º – A liberdade consiste em poder fazer tudo o que não prejudique outrem. […]
Artigo 6.º – A lei é a expressão da vontade geral. Todos os cidadãos têm o direito de participar pessoalmente, ou através dos seus representantes, na sua formação. […] Sendo todos os cidadãos iguais a seus olhos, têm igualmente acesso a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo a sua capacidade, e sem outra distinção que nãos seja a das suas virtudes e talentos.
Artigo 7.º – Nenhum homem pode ser acusado, preso ou detido, a não ser nos casos previstos pela lei […].
Artigo 9.º – Ninguém deverá ser perturbado pelas suas opiniões, mesmo religiosas. […]
Artigo 11.º – A livre comunicação de pensamentos e opiniões é um dos direitos mais preciosos do homem; portanto, todo o homem deve poder falar, escrever, imprimir livremente. […]
Artigo 13.º – Para manter a força pública e para as despesas da Administração, é indispensável uma contribuição comum; deve ser repartida igualmente por todos os cidadãos, na razão das suas capacidades. […]
Artigo 15.º – A sociedade tem o direito de pedir contas a todos os agentes públicos pela sua administração. […]
Artigo 17.º – Sendo a propriedade um direito inviolável e sagrado, ninguém pode ser dela privado, a menos que seja de utilidade pública legalmente constatada e sob condição de justa e prévia indemnização.
 
Em Voilliard, Documents d’ Historie (1766-1850), A. Colin, Paris, 1964
 
  1. Caracterize os ideais sociais e políticos da Revolução Francesa de 1789.
  2. Avalie o carácter universalista da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.
Publicado por História às 16:05
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Exercício 3 - Manifestações da hierarquia social no tratamento

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"Marie Antoinette", de Sofia Coppola (2006)

 .

Ao nobre [português] parece não existir nobreza semelhante à sua, pelo que julga que todos os outros lhe ficam muito atrás. Procura, em todas as coisas, fazer como fazem os reis ou príncipes (…). Em casa chama os criados pelo nome dos seus cargos: mordomo, secretário, criado de quarto, moço das cavalariças (…).

Só estuda questões de gravidade e etiqueta porque é em coisas como estas e não na virtude que consiste a nobreza. Ponderam a quem devem tratar por tu, por Vós, por Mercê, por Senhoria, por Excelência e por Alteza, porque o título de majestade ainda lá não chegou. (…)

Dão tratos à cabeça para pensar a quem devem tirar o chapéu, se meio, se por completo, se baixá-lo até baixo, se conservá-lo alto; se fazer cobrir-se aquele com quem fala ou se deixá-lo de cabeça descoberta, ou se devem cobrir-se eles próprios (…).

Estudam, por fim, que todos os seus actos sejam medidos com termos de gravidade mais do que cansativos.

 

Anónimo italiano de inícios do século XVII, “Retrato e reverso do Reino de Portugal”, in A.H. de Oliveira Marques, Revista Nova História – Século XVI, n.º 1, 1984, Editorial Estampa

 

  1. A partir das fontes, enuncia os privilégios do clero e da nobreza.
Publicado por História às 16:04
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Exercício 2 - O Absolutismo Régio

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Luís XIV, de Hyacinthe Rigaud (1701)
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É somente na minha pessoa que reside o poder soberano (…), é somente de mim que os meus tribunais recebem a sua existência e a sua autoridade; a plenitude desta autoridade, que eles não exercem senão em meu nome, permanece sempre em mim, e o seu uso nunca pode ser contra mim voltado; é unicamente a mim que pertence o poder legislativo, sem dependência e sem partilha; é somente por minha autoridade que os funcionários dos meus tribunais procedem, não à formação, mas ao registo, à publicação, à execução da lei, e que lhes é permitido advertir-me o que é do dever de todos os úteis conselheiros; toda a ordem pública emana de mim, e os direitos e interesses da nação, de que se pretende ousar fazer um corpo separado do monarca, estão necessariamente inteiramente nas minhas mãos.

 

Resposta do rei ao Parlamento de Paris, na sessão de 3 de Março de 1766, em Flammermont e Tourneux, Advertências do Parlamento de Paris no Século XVIII

 

  1.  Com base nos documentos, explique os princípios da doutrina do absolutismo régio.
Publicado por História às 16:02
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Exercício 1 - A Sociedade de Ordens

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Uma Família de Camponeses, de Louis la Main (1600-1610)
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 .

Verificámos que, quase por todo o lado, o número de famílias diminuiu. (…) Que lhes aconteceu? A miséria dissipou-as. Debandaram-se para pedir esmolas nas cidades e acabaram por morrer nos hospitais ou pelo caminho.

Já não se vêem, nas aldeias e pequenas vilas, jogos ou divertimentos; tudo aqui desfalece; tudo está triste porque a alegria e o prazer só se encontram na abundância e eles mal conseguem sobreviver.

De facto, já não há camponeses que tenham algum bem como próprio, o que é um grande mal. Um outro mal, muito pernicioso, é que quase não há trabalhadores equipados. Outrora, eles estavam fornecidos de tudo o que era necessário para a exploração das quintas (…). Hoje, só encontramos jornaleiros sem nada (…).

Mas onde se pode conhecer, melhor que em qualquer outro lado, a miséria dos camponeses é nos seus lares, onde se encontra uma pobreza extrema. Dormem sobre a palha; não possuem outro vestuário senão o que trazem vestido e que se apresenta em péssimas condições; não possuem móveis nem qualquer outro equipamento para a vida: enfim, tudo neles representa necessidade.

 

“Mémoire des comissaires du roi Louis XIV sur la misère du peuple”, in Mémoires des Intendents sur l’ état des Généralités, 1687

 

  1. A partir da análise dos documentos, carateriza a sociedade do Antigo Regime, tendo em conta a composição e estatuto das ordens, a hierarquia social e suas expressões nos valores e comportamentos.  
Publicado por História às 16:01
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Do Absolutismo às Revoluções Liberais

Conteúdos


Módulo IV - A Europa nos século XVII e XVIII.

  1. A população da Europa nos séculos XVII e XVII.
  2. A Europa dos Estados Absolutos e a Europa dos Parlamento.
  3. Construção da modernidade europeia.

Módulo V - As Revoluções Liberais e a ruptura com o Antigo Regime.

  1. A Revolução Francesa.
  2. A Declaração Universal do Homem e do Cidadão.

Aprendizagens relevantes

  • Identificar os fatores que interferiram no comportamento demográfico das populações europeias nos séculos XVII e XVIII.
  • Caraterizar as crises demográficas do século XVII.
  • Identificar as condições económicas, sociais e culturais em que vivia a população rural nos séculos XVII e XVIII.
  • Caraterizar a sociedade do Antigo Regime.
  • Diferenciar as três ordens, a sua composição e o seu estatuto.
  • Reconhecer, nos comportamentos, os valores da sociedade de ordens.
  • Identificar as vias de mobilidade social.
  • Analisar as razões e o carácter das amotinações populares.
  • Reconhecer os princípios liberais da Revolução Francesa.
  • Avaliar o caráter universalista da Declaração Universal do Homem e do Cidadão.
Publicado por História às 16:00
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Externato Luís de Camões

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