Sábado, 6 de Abril de 2013

O Nazismo

A nossa concepção racista não acredita de forma nenhuma na igualdade. Pelo contrário, reconhece que há diversidade nas raças e que o seu valor é mais ou menos elevado. Sente assim a obrigação de favorecer a vitória do melhor e do mais forte, de exigir a subordinação dos piores e dos mais fracos. (...)

A concepção racista corresponde à vontade mais profunda da natureza ao restabelecer o progresso pela selecção. (...)

O Judeu não tem mínima capacidade para criar uma civilização (...). A sua inteligência nunca servirá para construir, mas sim para destruir. (...)

 

Adolf Hitler, Mein Kampf, 1925

  

 

Campo de extermínio de Auschwitz, 1944

  1. Relaciona os documentos com as concepções racistas do nazismo.

Publicado por História às 11:56
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6 comentários:
De Ana Costa a 20 de Maio de 2012 às 20:37
O nazismo acreditava fielmente na desigualdade racial, idolatrando a raça Ariana que segundo Adolf Hitler iria sempre vencer e apoderar-se de tudo (Imperialismo) inferiorizando os judeus \"o judeu nao tem mínima capacidade para criar uma civilização...a sua inteligência nunca servirá para construir, mas sim destruir\" (Anti-semitismo) e a todas as outras raças oponentes.
Em suma, esta idiologia política é sustentada por um extremo nacionalismo que dita a \"vitória do melhor e do mais forte\" que obriga à \"subordinacão dos piores e dos mais fracos\". 


De Maria a 21 de Maio de 2012 às 01:48
O desrespeito do nazismo pelos direitos humanos atingiu os cumes do horror com a violência do seu racismo com o Anti-Semitismo, termo que, em ponto de vista linguístico significa hostilidade aos Judeus.
Hitler concebia a História como uma luta pela sobrevivência da cultura, uma luta de raças entre as quais se encontrariam as raças fundadoras – a raça Ariana, pessoas normalmente altas e robustas, louras e de olhos azuis – e as raças destruidoras de cultura – entre outras, os Judeus. Como podemos observar no documento estes “apesar das suas aparentes aptidões intelectuais, permanecem sem nenhuma cultura verdadeira e, sobretudo, sem cultura própria”. O fundamento científico para estas ideias podia ser encontrado na obra “Mein Kampf” que Hitler começou a redigir na prisão.
Assim, obcecados com a purificação física e mental da raça Ariana, os nazis promoveram o eugenismo, aplicando as leis da genética na reprodução humana. Esperavam-se casamentos em que ambos os sexos fossem puramente Arianos, todos eles portadores de “superiores” qualidades raciais. Ao mesmo tempo que se incentivavam os casamentos entre Arianos, procurava-se a eliminação dos chamados alemães “degenerados” (velhos incapacitados, doentes incuráveis e deficientes mentais), cujo destino eram as câmaras de gás ou centros de eutanásia. A crueldade nazi afirmava que nenhum alemão podia envergonhar a superioridade da sua raça e muito menos consumir os dinheiros da Nação sem nada lhe dar em troca.
Por outras palavras, aos alemães competiria fatalmente o domínio do Mundo, se necessário à custa da eliminação dos povos inferiores.
Como referido anteriormente, os judeus, comparados a parasitas – “(…) será sempre, o parasita típico, um bicho que, tal qual um micróbio nocivo, se propaga cada vez mais, assim que se encontra em condições propícias.)”, e ainda culpados da derrota da Alemanha na 1ª Guerra Mundial e das crises económicas que se lhe seguiram, tornaram-se o alvo preferido da violência Nazi, sofrendo das piores humilhações e torturas de que há memória na História da Humanidade.
A primeira vaga de perseguições anti-semitas terá tido início em 1933, em que se boicotaram lojas dos judeus (por sinal, estes eram conhecidos por terem muito jeito para os negócios), interditou-se o funcionalismo público e as profissões liberais aos não-arianos. Assim, no fim deste ano, registavam-se: 3000 médicos, 4000 advogados e 2000 artistas desempregados. Foi ainda instituído o “numerus clausus”, que restringia o número de alunos aceites nas universidades.
O segundo movimento antijudaico teve início em 1935, com a adopção das leis de Nuremberga, que visava a “protecção do sangue e da honra alemães”: todos os alemães com antecedentes judaicos foram privados da sua nacionalidade; o casamento e as relações sexuais entre judeus e arianos foram proibidos, punindo-se com severidade os infractores.
Em 1938 verificou-se a liquidação das empresas judaicas e o confisco de todos os seus bens. Neste ano é de salientar tristemente a célebre “Noite de Cristal” em que foram destruídas sinagogas e lojas dos judeus, tendo muitos deles perecido. Este ano atingiu pontos extremos: os judeus deixaram de poder exercer qualquer profissão e de frequentar lugares públicos, passando a ser identificados pelo uso obrigatório e vergonhoso da estrela amarela.
Com a 2ª Guerra Mundial chegaria o auge da crueldade anti-semita, em que os nazis puseram em prática um meticuloso plano de extermínio do povo judaico. Chamaram-lhe “solução Final” e resultou no genocídio – eliminação em massa de grupos étnicos, religiosos, económicos ou políticos -, ou no caso judaico também apelidado de Holocausto, de 6 milhões de judeus.
Perseguidos nas ruas, aprisionados nas suas casas, os judeus viram o fim das suas vidas nos campos de concentração. Campos de trabalho foi a designação que a perversidade nazi lhes atribuiu. Campos de trabalho, transformados em campos de morte devido às carências alimentares e de higiene, pelas doenças, pela brutalidade dos trabalhos a que eram submetidos, pelas execuções sumárias e pelos massacres nas câmaras de gás.
Nestes campos de concentração terminaram as vidas de milhões de Judeus, mas também muitos ciganos e eslavos, cujo único crime que cometeram foi o de não terem nascido arianos!


De Catarina Teorgas a 21 de Maio de 2012 às 20:53
O anti-semitismo (ódio aos judeus) não foi inventado por Hitler: em várias épocas da História, os judeus foram perseguidos e estigmatizados (afastados da convivência com os restantes cidadãos).
Porém, o regime nazi aproveitou o preconceito geral contra os judeus para instigar a população alemã ao racismo. Hitler, no seu livro Mein Kampf (A Minha Luta), tentou justificar o racismo através de uma pseudo-cientificidade - a doutrina da superioridade da raça ariana.
Na prática, esta teoria serviu de justificação à perseguição, não só aos judeus, mas também a todas as formas de diferença em relação aos "arianos" (alemães que não tivessem nenhum parente judeu até aos quatro avós) - nomeadamente, homossexuais, ciganos, eslavos, pessoas portadoras de deficiência mental ou física, opositores políticos. Em nome do melhoramento da raça (eugenismo) o racismo nazi adquiriu contornos de sadismo que são, ainda hoje, difíceis de explicar em termos históricos.
A violência contra os judeus, principal alvo do nazismo, manifestou-se rápida e persistentemente, passando por várias etapas:
- 1933- os cidadãos foram impedidos de comprar bens em lojas de judeus; estes não podiam exercer profissões liberais ou no funcionamento público; apenas um número restrito de judeus podia frequentar o ensino universitário;
- 1935- as leis de Nunemberga impediam o casamento e as relações sexuais entre judeus e arianos e privavam os alemães de origem judaica do direito à nacionalidade;
- 1938- as empresas judaicas foram encerradas e os seus bens foram confiscados. Na chamada Noite de Cristal (de 9 para 10 de Novembro), os nazis levaram a cabo um pogrom (perseguição) nas ruas: vandalizaram sinagogas e lojas judaicas, tendo exigido o pagamento dos estragos à comunidade judaica. Os judeus foram obrigados a usar uma estrela de pano amarela cosida à manga da roupa para serem imediatamente identificados. Estavam, então, proibidos de exercer qualquer profissão e de frequentar lugares públicos;
- 1940- os judeus foram obrigados a viver em guetos - bairros separados do resto da população e com uma área insuficiente para todas as famílias judaicas da cidade (por exemplo, o gueto da Varsóvia, na Polónia);
-1939-1945- durante os anos da Segunda Guerra Mundial, os nazis causaram a morte de cerca de 6 milhões de judeus. A sua política de genocídio (extermínio em massa) dos judeus era designada por "solução final". Pela dimensão das atrocidades cometidas nos campos de concentração, este genocídio ficou conhecido por Holocausto ou Shoah (catástrofe, em hebraico).
A teoria de que uma "raça" tão especial como a ariana precisaria de mais espaço para se desenvolver conduziu, por outro lado, ao expansionismo agressivo do regime hitleriano, sob o nome de "teoria do espaço vital": os alemães arianos seriam reunidos sob o império nazi o 3.º Reich.
-em 1938 a Alemanha anexou a Áustria;
-em 1938 os Alemães ocuparam a região dos Sudetas, na Checoslováquia;
-a 1 de Setembro de 1939 invadiram a Polónia, facto que provocou a reacção da Inglaterra e da França, dando início à Segunda Guerra Mundial.


De Joana Aguiar a 23 de Maio de 2012 às 00:23
A violência e a repressão da liberdade pessoal, por parte das forças policiais do regime foram decisivas para garantir o controlo da sociedade e a sobrevivência do totalitarismo. Não respeitando os direitos humanos, e muito menos liberdades e crenças individuais.
O desrespeito do nazismo pelos direitos humanos atingiu os cumes do horror com a violência do seu racismo. Para Adolf Hitler só havia uma conceção: “há diversidade nas raças e que o seu valor é mais ou menos elevado. Sente assim a obrigação de favorecer a vitória do melhor e do mais forte, de exigir a subordinação dos piores e dos mais fracos.”. Sendo que estes povos superiores eram os arianos, que tinham nos alemães os seus mais puros representantes. Iniciando assim uma perseguição a todos os que fugissem dessa conceção da “raça pura”. Obtendo larga recetividade entre os nazis, que delas se serviam para enaltecer o seu espirito nacionalista e impor o triunfo da sua ideologia.
Desta forma, os alemães construíram campos de concentração para onde eram enviados para posterior extermínio os “degenerados”. Tais como, os deficientes mentais, doentes incuráveis, velhos incapacitados, adversários políticos, eslavos, os ciganos. Como ilustra o documento “A conceção racista corresponde à vontade mais profunda da natureza ao restabelecer o progresso pela seleção.”.
Hitler desenvolveu um ódio específico pelos judeus, o nazismo assumiu-se como anti semitista. Considerados um “povo destruidor da cultura”, e até responsáveis pela derrota da Alemanha na 1ª Guerra Mundial e das crises económicas que lhe seguiram. Nas palavras de Hitler: “O Judeu não tem mínima capacidade para criar uma civilização (...). A sua inteligência nunca servirá para construir, mas sim para destruir.”
Após a 2º Guerra Mundial nos campos de concentração construídos pelos alemães e controlados pela força policial SS puseram em prática um meticuloso plano de destruição do povo judaico.
Os crimes contra a humanidade cometidos pelo racismo exacerbado dos Nazistas, na conceção doentia de Adolf Hitler, tiveram contornos assustadores e que criaram ressentimentos incuráveis.


De Danilo santana da silva a 26 de Maio de 2012 às 15:12
O Judeu não tem mínima capacidade para criar uma civilização (...). A sua inteligência nunca servirá para construir, mas sim para destruir. (...) mas gosteih vggvastfcgxcArquivos
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LigaçõeA nossa concepção racista não acredita de forma nenhuma na igualdade. Pelo contrário, reconhece que há diversidade nas raças e que o seu valor é mais ou menos elevado. Sente assim a obrigação de favorecer a vitória do melhor e do mais forte, de exigir a subordinação dos piores e dos mais fracos. (...)
A concepção racista corresponde à vontade mais profunda da natureza ao restabelecer o progresso pela selecção. (...)
O Judeu não tem mínima capacidade para criar uma civilização (...). A sua inteligência nunca servirá para construir, mas sim para destruir. (...)

Adolf Hitler, Mein Kampf, 1925




Campo de extermínio de Auschwitz, 1944
Relaciona os documentos, com as concepções racistas do nazismo.


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a concepção racista não acredita de forma nenhuma na igualdade. Pelo contrário, reconhece que há diversidade nas raças e que o seu valor é mais ou menos elevado. Sente assim a obrigação de favorecer a vitória do melhor e do mais forte, de exigir a subordinação dos piores e dos mais frac


De Inês Dias a 8 de Junho de 2013 às 17:00

A par da Itália a Alemanha também vivia um regime totalitário, o nazismo, liderado por Adolf Hitler. Como qualquer regime totalitário o nazismo não respeitava a liberdade das pessoas, nem os seus direitos como pessoas individuais, tendo o nazismo atingido o extremo da violência e do racismo. Hitler pregava pela supremacia da raça ariana, uma raça superior a todos os níveis, e perseguia violentamente, escravizava e matava as raças inferiores como os deficientes, negros e judeus. Tudo em defesa de a raça superior prevalecer em relação à inferior como podemos evidenciar no excerto texto de cima “Sente assim a obrigação de favorecer a vitória do melhor e do mais forte, de exigir a subordinação dos piores e dos mais fracos. (...)” como se o racismo fosse apenas uma teoria evolucionista, “A concepção racista corresponde à vontade mais profunda da natureza ao restabelecer o progresso pela selecção.”. Uma das maiores perseguições efectuadas na altura foi aos judeus, devido ao seu exagerada nacionalismo económico, constituindo assim uma forte ameaça a Hitler e ao seu regime, “O Judeu não tem mínima capacidade para criar uma civilização (...). A sua inteligência nunca servirá para construir, mas sim para destruir.”


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